Beira Meu Amor

A Beira foi o grande amor da minha vida. Recebeu-me com seis anos, em Novembro de 1950 e deixei-a, com a alma em desespero e o coração a sangrar, em 5 de Agosto de 1974. Pelo meio ficaram 24 anos de felicidade. Tive a sorte de estar no lugar certo, na época certa. Fui muito feliz em Moçambique e não me lembro de um dia menos bom. Aos meus pais, irmão, outros familiares, amigos e, principalmente, ao Povo moçambicano, aqui deixo o meu muito obrigado. Manuel Palhares

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terça-feira, março 21, 2006

As entrelinhas - Ensaio sobre a loucura nº1


Meus caros amigos, amigos meus,

Nunca acreditem no que nas linhas eu vos escrevo. Desconfiem sempre porque é tudo falso, nada é verdadeiro.
Não sabiam? Pois eu também não.
O que na verdade vos quero dizer, não está nestas linhas que vos escrevo, mas sim no espaço em branco que entre elas fica, as entrelinhas.
Deste modo cada um de vós interpreta como quiser, a seu gosto, o que de facto eu vos queria dizer. E como desta maneira não vos posso escrever, aguardo que me digam o que aqui vos hei-de eu dizer.
Como entre as linhas do que escrevi no meu monitor só tenho um espaço em branco, contem-me o que foi que eu escrevi nesse espaço que aparece no vosso monitor, para também eu ficar a saber o que na realidade vos queria dizer.
Deste modo, a minha tarefa de escrevinhador, fica enriquecida, mais variada e a contento de cada um de vós. Deste modo consegui o consenso com cada um de vós em particular e com todos em geral.
Nem profetas nem políticos conseguiram alcansar este feito que eu acabo de conseguir e assim estabelecer o entendimento entre todos os homens e a paz na Terra.
Não me perguntem onde ficou a liberdade do pensamento livre e a dita cuja de expressão, porque isso não é para aqui chamado. Nem isso interessa nada, para este feito que eu acabo de inventar e vos relatar, aqui da enfermaria do manicómio, à socapa do enfermeiro, que já me ameaçou que se eu falar nela, na liberdade, me amordaça, veste-me o colete de forças e leva-me para aquele quarto todo almofadado, onde posso dar cabeçadas nas paredes e atirar-me para o chão a gritar que quero ser livre.
Aguardo ansiosamente que me digam o que leram nas vossas entrelinhas, para dar início às missivas que vou endereçar a cada um de vós.
Hoje mais alucinado que o costume porque, às vezes, ainda há quem me pergunte porque digo que sou livre até às últimas consequências e não aceito ordens de ninguém.
- Ó enfermeiro, deixe-me em paz. Ai! Ai! Socorro! Socorro! Ajudem-me! Ajudem-me! Deixem-me assinar a carta...hummmm! Hummmm!


Odivelas, 21 de Março de 2006.

23 Comments:

Anonymous Anónimo said...

Oi amigo Manel
Mais uma vez parabéns pelo texto lindo ao qual respondi em todos os sites onde foi colocado com todo o carinho.
Parabéns também pela célebre Avé Maria que um dia destes lá terás que me mandar!
Beijocas aos três ai de casa, e bom começo de Primavera, a tua amiga
Andorinha

quarta-feira, março 22, 2006 12:08:00 da manhã  
Anonymous Isabel said...

Manel
Antes de mais estou bloqueada nas entrelinhas e não consigo aqui vir nem para dizer-te, olá!!!!!!!!
Sim ouvir muitas vezes a Avé Maria que já cantei em coro como "soprano agudo" e agora perdi nesses agudos a maior parte da audição, em favor de ajudar os jovens crescer e dar-lhes no fim grande parte da minha vida.
O que é foi dado com amor já não pode trazer tristeza, mas alegria de ter algo feito.
Era a música preferida de Minha Mãe. Não a esquecerei nunca!
Teus textos: (a teu Pai, este o teu poeta escolhido), como gostei de ler. Continua, eu não perco um.
Quem disse que não virei ainda cá falar contigo?
Ando perdida no tempo, pois as correntes são fortes e a luta é levantar voo contra o vento para planar lá no alto, sem ter que em nada pensar.
Um beijinho
Isabel

quarta-feira, março 22, 2006 8:21:00 da manhã  
Blogger Isabel-F. said...

OI Manel...

Gostei de ler as tuas entrelinhas...
acho que as entendi e bem...


bjs

quarta-feira, março 22, 2006 10:21:00 da manhã  
Anonymous Anónimo said...

Percebi perfeitamente as entrelinhas, aliás é o que de melhor tens escrito....
A tua música é belissima!!!
Um jinho
MManuel

quarta-feira, março 22, 2006 12:07:00 da tarde  
Blogger Manuel Palhares said...

Andorinha,

Muito obrigado minha querida amiga por tudo: o que fazes e dizes. Não sei se és ou não um anjinho na Terra, mas que és uma alma linda e boa, lá isso és.
As músicas lá irão em breve.
Um beijinho de nós três,

Manel

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Isabel,

Parece que adivinhei no que diz respeito à música.
Obrigado pelas tuas amáveis palavras, minha amiga.
Aparece sempre.
Um beijinho,

Manel

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Izabel F.,

Obrigado pela tua visita, minha amiga.
Claro que entendeste tudo direitinho. Tu não és como um conhecido teu que por vezes te faz perguntas disparatadas.
Um beijinho,

Manel

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Maria Manuel,

Muito obrigado "amiga grande" pelas tuas amáveis palavras.
Ainda bem que gostas da música.
Um beijinho,

Manel

quarta-feira, março 22, 2006 12:59:00 da tarde  
Anonymous Isabel said...

Manel
Estou afónica SEM VONTADE DE NADA. Reli calmamente as tuas entrelinhas, mas Manel loucos são os que não sabem pensar. Todos os criadores pedem as entrelinhas a outros para testar seu trabalho escrito ou pintado. É a necessidade humana de socialização.
O difícil é encontrares o grupo que sabe ler cada a um a seu modo teu dizer. Muito bem me ensinaste meu Amigo o que faço no meu trabalho diário por lidar com a composição artística subjectiva, mas com regras.
Que colete de forças o que precisas é de conversar deitar cá para fora o que entala teu viver nosso viver e as achegas vão aparecendo como aconteceu no blog que criaste como que empurrado, depois de renitente em ter Internet agora deve parecer perdido sem essa janela que te leva aqui e ali com a rapidez do pensamento e vai e vens carregado de outros argumentos.
Sim meu Amigo, é isso que peço de mansinho sem me sentir louca, pois louca sempre me chamaram por ser diferente, para mim é no caminho da sabedoria que estás a caminhar.
E agora aprendi, quando tens um nadinha e me passas um dica nos meus dizeres para saber como lê-los, pois de facto é nos comentários que vamos buscar o que na verdade dissemos ou não...
Este ensaio Manuel não foge muito ao Amigo que aqui encontrei, e mais transcreve o que digo sobre os trabalhos de arte, ou em busca dela, mas nunca associara á escrita.
Sabedoria é o nome não loucura (para mim é deprimente e não gosto de te ouvir assim dizer).
Vai ao teu BAÚ de criança e trás de lá o menino que vive dentro de ti, saltador de muros, fugidinhas para a praia, e lembra-te do que Zambeze te ensinou da vida do povo e esses costumes…
Imaginas porque que o povo da Zambézia não tinha muita roupa e praticamente só a que andava vestida?
Só comprava quando aquela estava estragada para gingar.
Vou-te contar Manel, um dia na nossa grande palhota na altura ainda só feita de mataca e nhocas (para a cobertura feita com folhas de coqueiro) minha Mãe havia deixado pendurada uma camisa, pois lá se guarda o ferro a carvão e a tábua. No dia seguinte com grande espanto estava no seu lugar um morro de formiga muchã.
Ela chamou-nos e disse-nos, porque acham que eles não tem nada só o que têm no corpo? Soo os loucos os chamam malandros ou preguiçosos, eles têm que viver com as regras da terra que habitam e por isso são alegres e desprendidos e sua gargalhada ao conhecer a ciência que os invadia os fazia rir, rir muito, pois tudo lhes parecia magia.
Será que divaguei meu Amigo.
Foi por essas e outras que não quero ser pessimista, tive um povo que me ensinou a viver com loucos e eles riam e deviam chorar.
Um Beijinho
Isabel

quarta-feira, março 22, 2006 9:05:00 da tarde  
Anonymous VP said...

nas entrelinhas
lê a inteligência
o que nas linhas
não é evidência

lá toma relêvo
do dizer a dimensão
em áspero ou enlêvo
com ou sem razão

abraço

VP

quinta-feira, março 23, 2006 10:26:00 da manhã  
Anonymous IO said...

Olá!, uma que, quando gosta, está-se nas tintas se o que escreves é verdade ou ficção... - beijo, fif'

quinta-feira, março 23, 2006 11:43:00 da manhã  
Anonymous Anónimo said...

Olá meu querido Manel!
Hoje talvez por influência do tempo,me sinto particularmente triste, mas não ligues, as Andorinhas gostam de sol...
Continua escrevendo e nos dando boa musica, eu (enquanto por cá andar),sempre irei lendo.

Oh! Chuva que vais caindo
devagar devagarinho
teu sentido pranto molha,
as pedrinhas do caminho!
Oh! Chuva que vais caindo
caí devagar, devagar
que ninguém cuide que eu choro
porque te vi a chorar!

Beijos aos três da
Andorinha

quinta-feira, março 23, 2006 3:16:00 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Hoje eu vi que estavas triste, quando para mim olhaste e calado ficaste em teu canto sentado, com o jornal que não lias, porque teu pensamento estava longe, bem longe daqui!
Hoje te ouvi novamente tocar aquela musica linda que só ela sabia tocar para ti! Teus olhos estavam nublados dum pranto que se não via, e que escondia o tanto que tu sofrias...
Hoje eu te olhei atentamente e reparei na roupa velha, surrada, de tão maltratada que tinha sido a vida! Olhei teus sapatos já gastos das caminhadas longas que fazias, quando ias e vinhas, áquela casa dos sonhos perdidos outrora vividos! Hoje era apenas uma casa vazia, vazia de ilusões, de tantas emoções que já mais poderiam ser esquecidas! Vi teus olhos tristes sem brilho, teu sorriso pálido, vazio, segurando o jornal que não lias!
Sei que nada pedes, nada esperas, apenas um pouco de atenção, de carinho, e não te sentires tão sozinho!
Beijinhos amiga
São

quinta-feira, março 23, 2006 6:35:00 da tarde  
Blogger Manuel Palhares said...

Isabel,

Quanta sabedoria tinha essa mãe de tantos filhos, alguns que lá continuam a ajudar a fazer crescer aquela terra nossa amada.
Ela nasceu lá? É que bebeu daquele povo toda a sua sabedoria / filosofia de vida de uma maneira surpreendente.
Quanto às entrelinhas e à loucura, são apenas formas menores de catarse que por vezes uso para aliviar momentos sociais mais fragilizados.
Um beijinho,

Manel

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VP???!!!

Não, não quero acreditar.
É ele, quem eu penso?! Será?!
Não, ele nunca se dignaria a bloggar, descendo do Olimpo ao lugar dos terráqueos.
Porém quem é este vate que em duas pequenas quadras, com sagacidade freudiana fulminante, sem me deitar no divã, me analisa a extensa prosa?
Se fores tu, amigo meu, quando é que aceitas um convite para um almoço saloio, acompanhado pela tua I? A tua I e a minha A falarão de meninos, pois essa é a sua(delas) especialidade e nós falaremos de carrinhos e de fotografias no intervalo das trincadelas, porque ao pé delas não podemos falar de meninas que é a nossa especialidade.
Um grande abraço,

Manel

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Fifizita,

Este ingrato, sem vergonha por te visitar pouco, agradece-te a visita e as palavras.
Um beijinho,

Manel

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Andorinha,

Minha querida amiga, muito obrigado pelas palavras e por este lindo e sentido poema.
Não te quero tristinha. Já sabes que estou aqui sempre do outro lado, para quando precisares.
Um beijinho do trio que te adora,

Manel

quinta-feira, março 23, 2006 9:17:00 da tarde  
Anonymous VP said...

Do Olimpo a descer
passo pelo Olímpia
dando de beber
à minha veia ímpia

VP

quinta-feira, março 23, 2006 9:43:00 da tarde  
Blogger matisfolle said...

Ôi Manel...boa noite

De entrelinhas não gosto
Deixam-me sempre a pensar
Escondem algo eu aposto
Que têm medo de contar

Telas em branco são agruras
Que não podemos evitar
Na minha vida há algumas
Que tenho qu´ enfrentar

No email que te escrvi
Mostro-te uma "Tela em Branco"
Mas dessa não quero nunca fugir
Nem mesmo pelo pranto

Ao manicómio já fui parar
Vezes e vezes sem conta
Mas pior que o remédio a tomar
É quando fazem de mim tonta

E vou ficar por aqui
Hoje não dá pra mais esforços
Ou ainda me levam daqui
Numa camisa de forças !

Fica bem meu amigo.
Beijinhos

sexta-feira, março 24, 2006 12:27:00 da manhã  
Anonymous Isabel said...

Manel
Sei bem o que queres dizer “nas entrelinhas e loucura, serem formas menores de catarse”. Acho que poderia dizer que todos o que VIVEM o tem muitas vezes e eu, é uma lutar diária e foi para mim em voz alta que o disse, pois o repito a cada segundo, para pôr nesta cara um sorriso como minha Mãe me ensinou.
É o lamento, um choro cantado de dor, de viver sem vida, que tantas vezes parávamos de brincar no nosso quintal em Coalane, ao vermos nossos vizinhos passar de mãos á cabeça estrada a baixo, nesse choro de dor em surdina.
Vou–te contar um segredo. Penso que minha Mãe nunca gostou de ter ido para África, viveu sempre no Porto numa casinha perto da estação pois meu Avó era chefe de estação e nasceu noutra Novelas, ao lado de Valongo tendo por origens Rebordelo, frente a estação de Lourido, Amarante.
Ao lado de seu companheiro sempre esteve e em sua obra o acompanhou e se dedicou com alegria e dedicação e ainda tempo teve para ela própria se realizar sua vida de professora e mãe que se dedicou de alma e coração a tudo e todos como a mulher mais feliz de mundo.
Num dia só, sua alma um grito de dor gritou mais alto e uns versos nos escreveu a todos nós e uma pequena parte partilhamos nos jornais na homenagem que lhe prestamos:
“Senhor! eu que toda a vida Amei meus filhos...
E que um a um os vi partir para outras terras,
sem um queixume, dilacero meu coração,
só sentir que jamais os poderei juntar...”

Que digam os seus alunos, era um líder em potência com uma genica e força que ultrapassava os impossíveis. Não foi por acaso que mancou uma geração que ao seu lado viveu.
Coincidência haverá, ou serão mensagens? Desceu à terra em que tudo deu 53 anos depois de primeiro pé lá pôr em 1950, 28 de Setembro 2003, um mês exactamente antes de 82 anos fazer, com a dignidade que sempre na vida teve pois em Agosto a visitei como ela com tanto sonhou e mal acreditava, mas pedir não o fez.
A entrelinha escondida, no fundo do coração, que com sabedoria as sabes rebuscar em nossas vidas vividas.
Um beijinho
Isabel

sexta-feira, março 24, 2006 8:47:00 da manhã  
Anonymous M.Costa said...

Manel
Já não cabeça,disposição e paciência para ler as entrelinhas.Prefiro ler as linhas que vens escrevendo.
A propósito para quando uma nova voltinha pela nossa Beira?
Um abraço
M.Costa

sexta-feira, março 24, 2006 12:02:00 da tarde  
Anonymous M.Costa said...

Já não tenho...

sexta-feira, março 24, 2006 12:04:00 da tarde  
Blogger Manuel Palhares said...

VP, VP,

Já te convidei para aqui vires mandar para a tua ímpia veia e enquanto vais dando nela, vamos esvaziando a panela. O meu telefone está na lista de Odivelas Norte.
Um abraço,

Manel

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Coca-Cola,

Eu não te digo!!!
Pergunta, pergunta a quem saiba. E depois diz...
Obrigado, bom fds e um beijinho,

Manel

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Isabel,

Que grande mulher foi a tua mãe.
Pelo que dizes acabou lá os seus dias...
Um bom fds e um beijinho,

Manel

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Costinha,

Na nossa idade já temos o direito de chamar os bois pelos nomes e não estarmos com mas, mas, mas,...
Então queres passear. Eu já comecei outra voltinha, mas não posso ir aos pormenores das outras duas, porque a cidade ia-se transformando, da baixa para outras zonas mais residenciais.
Um bom fds e um abraço,

Manel

sexta-feira, março 24, 2006 5:44:00 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

O amigo está ali
no cruzar da rua
no pássaro que voa,
no vento que sopra
na criança que ri!
O amigo está ali
na mão que se estende,
no esboçar do sorriso
na promessa que fica...
Na flor que murchou.
no abraço apetado
que partiu, mas ficou!

"Um sonho de São Percheiro
Um beijo grande!

domingo, março 26, 2006 5:50:00 da tarde  
Blogger Manuel Palhares said...

Minha querida São,

Que bom se fosse tudo como neste teu sonho.
Desejo que a próxima semana seja, para todos vós, uma semana serena, com saúde,paz e amor.
Que tudo corra pelo melhor, é o que te desejo do fundo do meu coração.
Um beijinho dos teus amigos de Odivelas.

Manel

domingo, março 26, 2006 6:08:00 da tarde  
Anonymous Girassol said...

Meu amigo Palhares, tenho pena, mas não sei ler nas entrelinhas, prefiro escrita visível!!!!
Depois, "de são e louco todos temos um pouco"...Que uma loucura saudável nunca prejudicou ninguém...!!!!
Já percebeste que sou transparente...Não tenho entrelinhas, só linhas...
Vá, continua a escrever, é o que importa, eu vou lendo com todo o gosto!!!Bjs

segunda-feira, março 27, 2006 10:44:00 da manhã  
Blogger Manuel Palhares said...

AB,

Olá! Boa tarde.
O teu girassol hoje não trouxe a flor.
Pois eu também gosto mais das linhas, mas, por vezes, quem nos lê, faz "traduções livres e pessoais" que nos deixam admirados com a capacidade de imaginação e perversidade desajustadas e na nossa condição de filhos de um deus menor, nos fazem pensar se vale a pena a socialização.
Obrigado pela visita e pela opinião.
um beijinho,

Manel

segunda-feira, março 27, 2006 1:27:00 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Oi amigo Manuel meu "cocuana"
Aqui fala a Melga, Péstinha e Andorinha que tu conheces.
Este ano as andorinhas não veram nos visitar, porque será? Achas que estão triste?
Neste momento chove, fui ao gougle, e vi trabalhos meus por varios lados, muito obrigada por serem meus amigos, vos adoro a todos, e a todos mando um beijo
São Percheiro 16 Junho 2008

segunda-feira, junho 16, 2008 11:53:00 da manhã  
Blogger Manuel Palhares said...

Olá São!

Os nossos amigos são para serem amados.
Um beijinho,

Manuel

sábado, junho 21, 2008 6:42:00 da tarde  

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