Meu amor...
Sinto que a memória de ti se me escapa com a idade,
E, lentamente me afasto, o que me enche de saudades.
Mas, para dizer a verdade, já nem sei como tu eras...
O que me resta, são coisas difusas, vãs quimeras,
Recordações vagas das nossas doces primaveras...
Manuel Palhares
Odivelas, Janeiro de 2011.
Sinto que a memória de ti se me escapa com a idade,
E, lentamente me afasto, o que me enche de saudades.
Mas, para dizer a verdade, já nem sei como tu eras...
O que me resta, são coisas difusas, vãs quimeras,
Recordações vagas das nossas doces primaveras...
Manuel Palhares
Odivelas, Janeiro de 2011.
4 Comments:
Caro amigo, há tempo que não passo por aqui, tenho andado afastada dos blogues. Agora, reformada, espero ter mais disponibilidade!
Um grande abraço e um bom ano de 2011!
Que blog tão cheio de arte.
Os meus Parabéns
Há que tempo, Ana Bela!
Obrigado por apareceres, pelos votos de bom ano (que retribuo) e muitos parabéns pela reforma.
Também eu, agora, tenho isto quase dado por encerrado. Agora passo mais tempo no Skype, no Messenger, no Hotmail, no Facebook e noutros media.
Saúde, paz e felicidade, minha amiga.
Um beijinho muito amigo,
Manuel Palhares
Cara Rita,
Obrigado pela visita e pelo seu amável comentário.
Os seus blogues, sim, estão cheios de arte. Parabéns!
Um beijinho,
Mnauel Palhares
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